domingo, 10 de abril de 2011

Escuridão - Parte 02

Essa é a continuação do conto que postei ontem. Divirtam-se!
E não se esqueçam de deixar comentários!!
A opinião de vocês é muito importante!!

Para quem não leu: (Parte - 01)
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Escuridão - Parte 02 -

No meio da noite, Anna acordou assustada com um barulho. Ela abriu os olhos, mas não conseguia enxergar nada. As velas haviam se queimado completamente. Seu coração começou a bater mais forte quando ela procurou por Jared na cama ao lado e não o encontrou.
- Jay - ela chamou aflita.
- Estou no banheiro - a resposta de Jared se seguiu do barulho da descarga e ele apareceu novamente no quarto com uma lanterna.
Assim que ele chegou perto o suficiente, percebeu que Anna estava um pouco pálida.
- Eu não gosto de escuro - ela justificou.
- Ei, fica tranquila. Eu não vou deixar você sozinha - Jared colocou a lanterna sobre o criado-mudo e sentou-se em sua cama olhando para a amiga - a gente está num lugar estranho, por isso é meio assustador. Vamos dormir em turnos.
- Primeiro você.
- Não senhora. Eu já estava acordado antes de você acordar. Você volta a dormir. Daqui a umas duas horas eu te acordo.
Anna não tentou resistir. Ela fechou os olhos, mas um relâmpago a fez abri-los novamente e ela viu uma figura sinistra os observando, pela janela - Jared! - gritou ela se levantando - tinha alguém nos observando pela janela - ela não conseguiria descrever os detalhes, tudo o que pode perceber era que a forma do que os observava era humana, pelo menos a parte visível.
- Onde?
Anna apontou a janela ao lado da mesinha onde estava a televisão. Jared se levantou e foi até lá. Anna com muito medo o observava da cama. Ele abriu a janela devagar e colocou metade do corpo para fora. Jared não viu ninguém. Mas um relâmpago mostrou algo que ele não esperava ver. Bem embaixo da janela havia marcas de dois pés, muito bem preservadas. Elas agora se desmanchavam com a chuva, mas pareciam muito recentes.
- Alguma coisa Jay?
A voz de Anna chamou Jared de volta à realidade, fora dos devaneios de sua mente.
- Não - ele disse vacilante. Tomou fôlego e voltou a confirmar - nada.
- Você mente muito mal - disse Anna apreensiva.
Jared deu um sorriso amarelo, fechou a janela e as cortinas, ou pelo menos o que sobrava delas. Foi até o carro e pegou uma arma que o pai havia lhe dado para que carregasse nessas viagens como forma de se proteger. Ele nunca pensou que precisaria desse artifício. Até aquele momento. Ele voltou para o quarto e colocou a arma no criado-mudo ao lado da cabeceira de sua cama - nada com o que se preocupar.
Anna sorriu torto para ele. Não gostava da ideia de ter uma arma ali tão perto, mas talvez na ocasião, fosse uma boa ideia.
***
Anna, - chamou Jared ao ouvido de Anna umas duas horas depois que ela havia dormido - acorde - Jared havia acendido mais algumas velas para que Anna não acordasse no escuro.
- Acho que peguei no sono de verdade - disse ela acordando - preciso ir ao banheiro lavar meu rosto e você já vai dormir.
Quando Anna voltou do banheiro percebeu que Jared não estava nada bem. Encostando suavemente sua bochecha na testa dele, ela percebeu que ele ardia em febre. Jared estremeceu ao entrar em contato com uma pele mais fria que a sua.
- Você vai ter que tomar alguma coisa pra baixar essa febre. Acho que tem um vidro de dipirona no meu nécessaire. Eu tomei faz uns dias pra dor de cabeça. Vai ter que servir.
Anna abriu sua mochila, que havia ficado ao lado de sua cama e começou a procurar.
- Hum, acho que deixei lá no carro. Naquela hora em que eu peguei umas balas pra gente.
- Eu pego lá - sugeriu Jared.
- Claro que não mocinho! Você fica quietinho aí que eu já volto. O carro está aqui na frente.

Jared ergueu suas duas mãos em sinal de rendição. Anna sorriu para ele. Ela colocou a jaqueta azul marinho por cima das da blusa e da bermuda que estava usando para dormir, pegou as chaves do carro e saiu, dando um sorriso para Jared antes de fechar a porta atrás de si. Por causa das pancadas de chuva que caíam a todo o momento, Anna tinha estacionado o carro com a porta do lado do motorista de frente para a porta do chalé. Ela destrancou a porta e entrou sem fechá-la, mantendo as luzes internas do SUV acesas. Anna sentou-se no banco do carona, pois isso facilitaria sua busca. Anna abriu o porta-luvas e começou a retirar tudo o que havia dentro.
Ela estava tão compenetrada no que estava fazendo, que não percebeu o perigo chegando rapidamente próximo a ela.

- Achei - ela disse segurando o vidro de dipirona, quando uma batida no vidro chamou sua atenção. Ela já se preparava para ralhar com Jared quando se deparou com uma imagem a qual nunca mais iria esquecer. De pé, ao lado da porta do carona, uma garota vestida em trapos olhava fixamente para ela. Seus olhos eram profundos e as íris amarelas. Sua pele se assemelhava a de muitos cadáveres que ela já vira em filmes, e os cabelos molhados da jovem eram negros, e metade estava grudada em seu rosto. Ela se comportava de maneira estranha, batendo a cabeça no vidro do carro como se estivesse hipnotizada.

Anna havia ficado afônica e incapaz de se mover. Com um tempo ela percebeu que não poderia ficar ali pra sempre. A garota poderia desistir dela e atacar Jared. Anna começou a se mover em direção à porta que deixara aberta do lado do motorista. A garota não demonstrou nenhuma reação e continuou exatamente como estava. Ela então se moveu o mais devagar que podia e que suas pernas e braços congelados pelo medo permitiam. Anna abriu a porta do carro, fechou-a e seguiu engatinhando muito devagar para o chalé sempre olhando para trás para se certificar que a garota havia ficado ao lado do carro. Por um instante ela preferiu não acreditar no que viu, ou no que não viu. A garota não estava mais lá e foi quando ela sentiu as mãos frias dela segurando seu braço com muita força, a sensação era de que eles iriam se desfazer nas mãos da garota que agora estava tão próxima a Anna que ela podia sentir seu hálito podre.

Anna não tinha alternativa - Jared! - gritou ela pedindo por socorro.
Jared sentiu o pavor no grito de Anna, e sem saber o que iria encontrar do lado de fora pegou sua arma e pulou da cama o mais rápido que pode. Essa rapidez, entretanto jogou a lanterna que ele havia deixado no criado mudo para debaixo da cama, mas não havia tempo para recuperá-la. De arma em punho, Jared abriu a porta do chalé e viu o que estava acontecendo. Um aperto no estômago se converteu em uma raiva que Anna jamais vira nos olhos de Jared. Uma raiva cheia de determinação, mas com muito medo também.

- Solta ela senão eu atiro - disse ele de maneira firme.
A garota pareceu não ouvir o que ele havia dito. Jared destravou a arma ainda de olho fixo em seu alvo - eu vou atirar. É meu último aviso - ele chegou mais perto das duas. Um erro que só mais tarde ele perceberia que poderia ter custado sua vida.

A garota largou Anna no chão e se virou na direção de Jared, caminhando como se seus pés descalços mal tocassem o chão. Ela parecia estar farejando o ar enquanto se aproximava dele. Anna e Jared se olharam com muito medo. A garota estava muito perto. Os dois não sabiam o que fazer. A cena não era suficientemente clara, apenas a luz de duas velas que vinham do quarto iluminava os três. Além disso, só os relâmpagos que ainda pipocavam no céu escuro. De repente uma ventania tomou de assalto o local. O vento gélido varreu os corpos dos três e era tão forte que escancarou a porta do quarto apagando a chama das duas velas. Eles agora estavam em perigo no escuro.

Por um momento o desespero tomou conta de Anna e Jared, pois um não via o outro e eles não viam a garota. Um relâmpago foi o que deu alívio a eles. O clarão revelou aos dois que eles estavam sozinhos. A garota havia desaparecido na escuridão. Jared se aproximou de Anna, ajudou-a a se levantar e ambos voltaram para dentro do chalé. Jared sentou sua amiga próximo aos pés da cama enquanto reacendia as velas trazendo uma luz aconchegante para o quarto. Anna tremia muito.

- Jared, vamos embora daqui - pediu ela enquanto as lágrimas desciam pelo seu rosto.
- Bem que eu queria Anna, mas está chovendo de novo. Estamos com o mesmo problema que estávamos no início. Não vai dar pra dirigir nessa chuva.
- Ela vai voltar Jared. E matar a gente.
- Ela não vai entrar aqui. Prometo - Jared se agachara de frente para a amiga e havia deixado sua arma na cama ao lado dela para segurar suas a mãos frias de medo. Jared beijou as mãos de Anna - acho melhor você dormir de novo.
- Não. Era a sua vez de dormir. Você ia tomar o remédio e... - um frio súbito fez Anna sentir seu coração apertado. Na confusão, ela havia deixado o vidro de dipirona cair.
- O que foi?
- O remédio Jared.
Os dois se olharam por um instante e uma coragem tomou conta de Anna substituindo o medo.
- Não deve ter caído muito longe da porta. Eu vou lá fora ver se acho.
- Eu vou com você - dessa vez ela não fez objeção que ele fosse junto.

Eles descobriram que a lanterna, quando rolara das mãos de Jared para debaixo da cama havia quebrado a lâmpada, e decidiram então carregar uma das velas para clarear o caminho. Anna colocou uma caixa de fósforos dentro do bolso de sua jaqueta para poder reacender a vela caso apagasse. Jared pegou sua arma e a manteve em punho. Ela foi à frente levando a vela e Jared a seguiu dando cobertura.

Jared abriu a porta devagar. Anna passou por ele e se aproximou do carro refazendo seus passos de minutos antes, mas ela não conseguia achar o frasco do remédio.
- Jared, eu não estou achando... Deve ter caído mais longe do que a gente pensava - ela disse enquanto olhava debaixo do carro. Mas Jared não disse nada. Ela então olhou na direção onde ele havia ficado e se desesperou ao ver que além dos pés de Jared havia um par de pés descalços de frente para ele. Anna ouviu dois tiros e rapidamente se pôs de pé. Aparentemente Jared não tinha conseguido atingir seu alvo, e a arma caiu de sua mão. A febre já o estava deixando sem forças e tudo que Anna pode fazer para tentar ajudar o amigo foi pular sobre a garota fantasmagórica tentando afastá-la de Jared, pois ela segurava o pescoço dele com muita força e ele já começava a perder os sentidos.

- Solta ele! - Anna gritava enquanto arranhava e chutava a garota. Ela agora sentia como a pele dela era realmente muito fria a ponto de quase congelar seus ossos. Com um golpe de braço ela jogou Anna no chão a alguns metros de distância dos dois. Ela já se preparava para se levantar e reiniciar o ataque quando a mulher que havia alugado o chalé para eles apareceu atrás dela com uma lamparina de vidro.
- Senhora, por favor, você tem que nos ajudar! - ela pediu desesperada.
Junto com a mulher havia um homem de aparência jovem.
- Mas o que está acontecendo aqui, Amber? - ela olhava mais para a garota do que para Anna.
- Eu não sei de onde essa moça veio, mas... - Anna começou a falar, mas foi interrompida pela garota que tinha a voz mais fantasmagórica que ela já ouvira.
- Eu o encontrei mamãe. O 44º! Finalmente seremos livres - disse a garota com uma voz rouca e que era tão grave que não dava pra dizer com certeza se era de uma jovem.
A mulher e o rapaz sorriram para ela.
- Por favor, nos ajude - pediu Anna. As lágrimas já escorriam pelo seu rosto, pois ela tinha percebido o quanto em vão era aquele pedido.
- Te ajudar minha querida? Claro! - respondeu a mulher e Anna tremeu ouvindo sua voz e vendo seu rosto tão de perto. Com uma só mão ela a colocou de pé de frente para Amber, que ainda tinha Jared em seu poder. Anna teve tempo apenas de vê-lo caindo aparentemente morto no chão e sentiu uma pancada muito forte em sua cabeça que fez sua visão se escurecer totalmente e seu corpo caiu no chão, agora desacordado.
***
Quando Anna recobrou os sentidos percebeu que suas mãos e pés estavam amarrados. Seu corpo doía muito. As nuvens haviam se afastado um pouco no céu permitindo que alguns raios do luar entrassem no porão onde ela agora estava, e ao dar uma primeira olhada no lugar, e ver uma escada, Anna supôs que seu corpo havia sido jogado por ela. Seu coração acelerou ao perceber que Jared não estava ali. Ela tentou se sentar e conseguiu desamarrar suas pernas agradecendo as longas seções de alongamento que fazia todas as manhãs antes de sua corrida pelo Central Park. Com os dentes tentou desatar o nó que prendia suas mãos, mas estava muito apertado. Mas ela pelo menos podia andar pelo porão agora, e foi o que fez.

Tentando fazer o mínimo de barulho possível, ela caminhou sempre procurando uma saída dali além da porta do alto da escada, pois imaginou que alguém teria ficado vigiando a saída. E ela estava certa. Do porão dava pra ouvir a voz de duas pessoas.
- Será que vai ser dessa vez que a gente vai poder sair daqui? - perguntou uma voz masculina.
- Espero que sim. Não aguento mais ficar presa nesse lugar abandonado - respondeu uma mulher.
- Nem eu - ele concordou.
Anna começou a pensar se eles não seriam o homem e a mulher que agora a pouco haviam recusado-lhe ajuda enquanto a garota fantasmagórica atacava ela e Jared. E também não pode deixar de pensar se o rapaz não seria o mesmo que Jared havia encontrado na loja de conveniência e tinha dado a ele a direção dos chalés. Juntando essas pistas ela começou a perceber que eles tinham caído em uma cilada.

Andando perto das paredes, Anna achou o que procurava. A portinha não devia ter mais de 60 centímetros de largura e 30 centímetros de altura. Ela estava trancada com um cadeado, porém, as dobradiças que o prendiam tinham parafusos simples. E tudo o que ela precisava era de algo fino o suficiente para desparafusar a estrutura. Anna revirou tudo no local até que encontrou algo que serviria. Era uma faca, que estava tão enferrujara quanto os parafusos, mas que teria que servir. Ela encaixou a faca em um dos parafusos e depois de um pouco de dificuldade ele se soltou. O processo foi semelhante com os outros parafusos, apenas o último parecia mais resistente. A faca se soltou dele e fez um talho no dedo de Anna. Ela praguejou e colocou o dedo instintivamente na boca sugando o sangue que escorria. Depois, voltou ao que estava fazendo, retirando o último parafuso. Ela se sentou por um instante antes de continuar, fitando o sangue escorrendo de seu dedo. Ela olhou para a corda que mantinha suas mãos presas e logo pôs a ideia que veio a sua mente em prática. Anna pegou a faca e começou a esfregá-la contra as cordas que prendiam suas mãos. Apesar de sem corte, de alguma forma a faca ofendia as cordas e depois de algum tempo elas acabaram desfiando e ela conseguiu se soltar.

Já com as mãos livres, ela investiu para dentro do longo túnel que estava atrás da portinha que ela havia conseguido abrir. A passagem era de terra e aparentemente não fazia sentido de estar ali, pois ao contrário do que Anna pensou, ela não levava para fora do porão. O caminho seguia reto até outro cômodo de paredes e chão de terra batida. Tanto nas paredes quanto no chão, havia algo que se parecia com raízes de alguma árvore muito grande. Jared estava em um canto ainda desacordado. A intenção de Anna era correr até ele, mas logo ela percebeu que a luz que iluminava o lugar, não vinha de onde eles estavam, mas sim de outro cômodo de paredes e chão igual, porém um pouco maior, onde Amber parecia ocupada com alguma coisa. Aproveitando um momento de distração dela, Anna passou pela porta da outra sala e se aproximou de Jared.

- Jay, - ela sussurrou batendo de leve no rosto no amigo. Ele estava muito quente. Com certeza sua febre havia aumentado.
- Hum... - ele gemeu.
- Fique em silêncio - pediu Anna colocando a cabeça dele sobre o seu peito e falando ao seu ouvido - a gente precisa sair daqui agora. Mas não dá pra voltar por aonde eu vim, porque tem um porão trancado no final do caminho.
Jared apontou para uma passagem na sala onde Amber estava.
- Então temos que despista-la de alguma forma.
Anna se afastou de Jared e se aproximou o máximo que podia da porta que dava para o outro cômodo.

Havia uma lamparina de vidro onde havia algumas marcações como passagem de dias ou horas de acordo com a quantidade de combustível existente. Anna reconheceu que aquela era a mesma lamparina que a mulher que a havia golpeado trazia em uma das mãos. No meio do cômodo uma mesa muito estranha com cintos em sua parte do meio e em suas extremidades. Anna percebeu que se tratava de um altar de sacrifício e de imediato imaginou para quem ele estava sendo preparado. Ela voltou correndo para perto de Jared.

- Temos que sair daqui o mais rápido possível. Você consegue andar?
- Acho que posso tentar - disse Jared aprumando o corpo - mas como vamos distraí-la?
- Como ela veio atrás da gente? - perguntou Anna enquanto tentava raciocinar.
- A primeira vez você estava no carro, e a segunda foi quando a gente saiu pra procurar o vidro de diprona - Jared tinha o rosto molhado pelo suor. Sua febre estava visivelmente alta.
- E na primeira vez ela sumiu quando ficou tudo escuro - sussurrou Anna.
- Na segunda terminamos aqui.
- Mas aquela mulher da recepção apareceu pra ajudar. Ela estava carregando aquela lamparina que agora está lá dentro do outro cômodo.
- A gente a faz desaparecer deixando tudo escuro então - concluiu Jared.
- Você falando parece bem simples.
Jared esboçou um sorriso.
- Vou voltar para o porão onde eu estava e ver se acho alguma coisa que possa usar para arremessar naquela lamparina.
- Não demore - pediu Jared enquanto Anna voltava para o porão.

Ela vasculhou pela bagunça que estava ali. Havia caixas cheias de coisas que pareciam ter mais do que 5 décadas. Anna tentava fazer o mínimo de barulho possível. Em meio aos objetos que rolaram pelo chão, algumas velas caíram pela abertura de uma caixa. Anna pensou em acender uma para ajudar em sua procura. Ela ficou feliz ao colocar a mão dentro do bolso de sua jaqueta e perceber que os fósforos ainda estavam ali. Ela pegou um e riscou, acendendo a vela.

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