[Poema] Weird
[Poema] O Romance nunca morre...
Mesmo que alguns não possam crer,
o Romance ainda é vivo,
e o será eternamente,
enquanto existir um coração disposto a acolhê-lo.
Se dois corações decidirem mantê-lo,
aí não só o Amor será eterno,
mas também a alma dos amantes que se permitiram envolver por esse sentimento.
Mais que atração física,
o Romance transcende a carne,
e pelo olhar se transmite.
Ele é calmo e acalma...
É o porto seguro para as almas atribuladas...
É o que deveriam buscar todos aqueles que um dia sonharam compartilhar sua felicidade com alguém...
Mas é necessário que não se tenha pressa,
ou o Romance pode se perder no meio da tempestade da paixão,
como um grão de areia no meio do deserto.
E quando a tempestade passar,
os amantes podem não conseguir continuar juntos,
pois em meio a tanto caos,
pode ser que não encontrem aquilo que os uniu...
O Amor.
[Poema] À Noite
Loucuras de um carnaval qualquer...
Tudo por um sorvete
Recebi (por escrito) dela a autorização de publicar no Universo Invisível uma história que ela escreveu há muito tempo na escola em uma prova de redação. Achei a história muito bem contada, com muita criatividade e com um desfecho surpreendente! (Adoro esse tipo de história).
Autora: Marlene T. Dias
Solange estava em seu quarto quando sua mãe lhe chamou:
— Solange! Venha aqui na cozinha que eu quero que você me faça um favor!
Estou voltando... Aguardem!
Espero que logo eu possa postar aqui de novo, pois não aguento mais de saudade. Mas quero terminar o conto que eu estou escrevendo por completo para não ficar devendo nenhuma parte depois.
Apenas um contratempo
— Sai do carro! Agora! — gritou um homem ao lado do veículo.
Por essa ela não esperava. Parou no sinal vermelho e foi abordada por um homem usando mascara de lã e com uma arma em punho. Esse tipo de revés não estava nos seus planos.
— Se acalma, moço — ela levantou as mãos. — Eu já estou saindo.
Ele estava com pressa. Nem ligou quando ela pegou a bolsa antes de sair. Arrancou com o carro antes de o sinal abrir.
— Eu mereço — muito assustada e irritada ela caminhou em direção à calçada.
Pegou o celular dentro da bolsa, a pendurou sobre o ombro esquerdo e ligou para a polícia.
— Bom dia. Em que posso ajudar? — perguntou o atendente.




