terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Feliz Natal!

Obrigado à todos você que estão sempre por aqui lendo minhas 
estórias e não me deixando desistir de escrevê-las!
Continuem visitando o Universo Invisível! 
Farei o possível e o impossível 
para trazer novas estórias 
à vocês em breve!
Muito obrigado 
pela amizade!

 Merry Christmas!!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O meu melhor amigo... do qual sentirei muita falta...

Meu 2 de Dezembro não terminou muito feliz.
Ao final da noite recebi uma ligação que eu não queria ter nunca recebido.
Um dos meus melhores amigos agora está com Deus, ou com São Francisco de Assis, ou com Nossa Senhora.
Com quem ele está não sei ao certo, mas o mais triste é que ele não está mais aqui comigo.
Talvez eu o veja novamente um dia... mas quanto a isso não tenho certeza.
Não sei se mereceria algo tão bom assim.
Tudo que eu sei é que até lá sentirei sua falta.
Sei que ele está em um bom lugar, assim como todos os animais porque eles são muito melhores do que nós no quesito amar.
Muitos dizem que os animais são tolos.
Fazem uma enorme festa para nós quando nem ligamos tanto assim para eles.
Eu acho que eles não são nem um pouco tolos. São na verdade grandes professores.
Que nos ensinam a amar. Aconteça o que acontecer.

Jamais me esquecerei de você!

O meu melhor amigo!
- E nós vamos ser amigos para sempre, não vamos?
- É, para sempre!

Toby
15/06/1996 - 02/12/2012
O Dachshund que decidiu ficar alto ao invés de comprido!



Seu nome foi inspirado no filme "O Cão e a Raposa" e acho que o que eu sinto por ele é expressado por uma das músicas do filme.

O Seu Melhor Amigo

O seu melhor amigo... 
com quem você se diverte
pode ter qualquer cor e pode ser quem for... é sempre o melhor
É tão bom viver numa eterna brincadeira
Não percebem jamais que são tão desiguais
É tão bom viver

Não sei por que o mundo tem que interferir
Seria melhor que os deixassem sorrir,
Eles dizem que vocês são os tolos,
Quebrando todas as regras,
Não sabem talvez,
A magia da sua terra encantada.

O seu melhor amigo 
Hoje está sempre ao seu lado
Isso pode ter fim
Não ser sempre assim
Vou rezar
Para ele ficar
Para sempre, assim junto contigo
O seu melhor amigo

Te Amo pra sempre!
Quem quiser ver o vídeo dessa música vou coloca-lo aqui embaixo. Ele é lindo. Me emociono toda vez que vejo. Ainda mais agora. (está em inglês)

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Aqui, para sempre

Velórios são sempre eventos muito tristes, e Bárbara não discordava disso. Havia ouvido certa vez que eles ajudavam as pessoas a lidar com a dor de sua perda, então ela não se opunha a comparecer e respeitava a decisão das pessoas de passar uma noite inteira ao lado do caixão. No entanto, isso a incomodava. A atmosfera, como já era de se esperar, era ruim.

A pessoa que havia morrido era um senhor amigo da família de Bárbara. Todos estavam com muita pena da viúva, pois ela morava sozinha. Seus filhos queriam que ela fosse morar com um deles e pareciam estar conseguindo convencê-la. O único detalhe que faltava para que ela concordasse era o fato de que a velha senhora não queria deixar sua casa sozinha. Foi essa a oportunidade que Bárbara precisava. Ela estava para começar o curso na universidade e ainda não tinha onde morar. Agora esse problema estava resolvido.

Depois de passar um tempo no velório, Bárbara e sua família foram embora. Apesar de estar feliz com a moradia garantida ela se sentiu um pouco triste ao ver uma menina de vestido vermelho do lado de fora da sala onde estava o caixão. Na área comum entre as capelas do cemitério. Provavelmente da família. Ela não sabia quem era, mas pela tristeza em seu rosto ela parecia ser bem próxima a eles.

***
Uma semana depois, Bárbara foi ajudar Mirtes, a viúva de Antônio, a retirar seus pertences pessoais de sua casa que agora oficialmente estava sendo alugada, bem abaixo do preço de mercado, para Bárbara e uma amiga.

- Você está lembrando o nosso acordo, não está? - perguntou Mirtes.
- Sim. Tem uma amiga que também vai começar a estudar esse semestre e vai morar comigo.
Bárbara não havia entendido o porquê dessa exigência, mas como o preço estabelecido para o aluguel era muito barato, ela não viu porque não aceitar.
- Então não se esqueça. Nunca fique sozinha nessa casa - Mirtes pediu - nem você, nem sua amiga.
- Tudo bem. Pode deixar - Bárbara achou aquilo estranho e quase chegou a ficar com medo. Mas por fim se convenceu que devia ser só algo da cabeça de Mirtes com medo da solidão.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O Dilema do Cupido

Sentada de frente a uma pequena mesa em um aconchegante café, ela contemplava alguns casais enquanto bebia seu expresso sem açúcar coberto com creme. Não era muito bonita, mas também não era feia. Era uma garota comum de altura mediana e cabelos castanhos caindo pelas costas. Mas ela não era como as outras garotas. Apesar de sua forma, ela não era humana. Alice era um cupido. Longe dos cupidos das estórias com bebês rechonchudinhos segurando um pequeno jogo de arco e flecha, ela, assim como seus colegas de “profissão”, tinha a aparência humana e compartilhava algumas de suas fraquezas.

O tilintar do sininho sobre a porta chamou a atenção de Alice. Sua amiga, de infância e profissão, acabava de entrar e se dirigiu até sua mesa depois de pedir um cappuccino à garçonete.

- Conseguiu terminar a missão, Alice?
Alice apenas concordou com um aceno de cabeça.
- Ai amiga. Quando você vai se acostumar? É a nossa profissão.
- Não sei como você consegue Bianca.
- Você tem que parar de pensar em você. Só assim vai conseguir terminar bem um trabalho.
A garçonete trouxe o cappuccino de Bianca.
- Obrigada - ela agradeceu antes da mulher ir embora. Bianca bebeu um pouco do cappuccino e continuou: - você precisa parar de procurar um namorado. Sabe que somos poucos e temos muito trabalho. A chance de você encontrar um cupido solteiro e afim de um relacionamento é bem pequena.
Alice “deu de ombros”.
O que a deixava aborrecida nesse trabalho era como ele acontecia. Não era difícil, mas para Alice estava sendo cada vez mais doloroso. Isso porque um cupido precisa primeiro se apaixonar pelo humano que irá “flechar” e depois apresentá-lo a alguém.

domingo, 26 de agosto de 2012

[Poesia] Acesso Restrito



Minha vida é como um livro,
guardado na seção restrita.
Depois que você lê,
percebe o quão transparente é minha alma.
Mas a parte difícil,
é conseguir autorização para ler esse livro.
Espero por algum corajoso,
que faça como Harry Potter fez. 




sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Esconde-Esconde (Final)

(Capítulo Anterior - Parte 4

No distrito policial, César, que havia ligado para os investigadores durante o trajeto do hotel ao D.P. os esperava ansioso em frente à sala onde Edward estava. Uma grande aglomeração de repórteres também já estava no local. Eles quase conseguiram impedir Laina de entrar, se colocando no caminho da investigadora e fazendo muitas perguntas ao mesmo tempo, mas Gregory, vendo a situação voltou para ajudá-la e os quatro finalmente conseguiram entrar.
- Obrigada - ela disse ajeitando sua roupa e cabelo.
- Por nada - Gregory respondeu sorrindo.
Junto com César também estavam Samara, Renato e alguns policiais federais que tinham ajudado no caso.
- O advogado dele está aí - disse César em um tom sério - vamos ter que ver quem vai entrar comigo para o interrogatório. Nós todos juntos nem ao menos cabemos na sala. Bom, acho justo que haja comigo um representante de Las Vegas, um da policia federal e um de vocês três - ele disse apontando para Samara, Renato e Laina quando terminou de falar.
Os três de afastaram do grande grupo para decidir. Entre os investigadores de Las Vegas e os policiais federais ocorreu o mesmo.
- Então gente? - disse Laina.
- Bom esse é o caso das nossas carreiras. Quem entrar agora vai ter o nome marcado no caso - disse Samara.
- Amigos, preciso que contar uma coisa - disse Laina. Os dois esperaram como sempre ela concluir - o Jason me chamou pra trabalhar com eles em Las Vegas.
Samara e Renato olharam surpresos para Laina.
- E você já aceitou?
- Ainda não dei uma resposta definitiva pra ele Renato.
- Como não? Ficou louca? - Samara disse parecendo desesperada - Claro que você vai aceitar! E a sua grande chance. Parabéns, amiga! Mostra que você mereceu o convite pra ir pra Las Vegas.
- Mas e vocês? Eu já tirei a sorte grande. Um de vocês deveria entrar naquela sala. Vai ajudar vocês há quem sabe um dia sair daqui. Ir pra uma delegacia maior.
- E quem disse que nós queremos nos mudar? - disse Renato sorrindo.
- Na verdade eu vou me mudar - Samara continuou.
Ela esticou a mão e mostrou um lindo anel de noivado em seu dedo.
- Esse mocinho me pediu em casamento. Eu não estava querendo me mudar e deixar você morando sozinha, mas agora que você vai pra Las Vegas... - Samara sorriu.
Laina olhou para os dois e os abraçou - Parabéns! Não vejo final mais feliz pra você dois! - ela se afastou um pouco e os olhou nos olhos - vou sentir muita saudade de vocês!
- Agora vai lá. Não pode deixar o seu novo chefe esperando. Nós vamos ficar na outra sala atrás do espelho.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Esconde-Esconde (Parte 4)

(Capítulo Anterior - Parte 3

Laina e Jason, que já eram conhecidos por André foram até a loja ao encontro dele. Os investigadores que permaneceram na delegacia ficaram responsáveis por, ao receberem os telefones encontrados por Jason e Laina, ligar para cada família.
O gerente, não estava tão bem vestido como da ultima vez que eles o encontraram. Dava para perceber que ele havia colocado a calça jeans e um casaco de moletom por cima do pijama que usava. Porem, devido à urgência da investigação isso foi melhor do que se ele os tivesse recebido usando seu costumeiro terno e gravata. Rapidamente o homem encontrou as notas fiscais emitidas pelos caixas naquele dia cujas vendas tinham sido efetuadas por Edward. Por sorte, era política interna da loja, armazenar por um período de 30 dias o nome e telefone de cada comprador junto às notas fiscais, para eventuais reclamações. Jason e Laina dividiram o monte de papeis em 2 pilhas e ligaram de volta para delegacia. Enquanto iam passando os nomes e telefones para Sybila e Samara respectivamente, elas iam anotando os números em pedaços de papel e passando para cada policial já começar a ligar. Terminada a pilha, Jason e Laina agradecerem ao gerente e tomaram o caminho de volta para delegacia. Estavam no meio do caminho quando o celular de Laina tocou. Ela atendeu colocando em viva-voz.
- Fala Renato - ela disse - o Jason também está ouvindo.
- Onde vocês estão? - ele perguntou em inglês para que o investigador também pudesse entender.
- Na Avenida Rio branco, perto da Catedral.
- Melhor vocês contornarem então. Descobrimos um menino que comprou um patinete e ainda não voltou pra casa. Ele tinha ido ao parque do museu andar nele.
Ao chegar a uma parte da avenida onde havia um espaço entre os altos canteiros que separavam as pistas de ônibus, das de mão e contramão de carro, Laina virou o volante bruscamente e entrou na pista que ia à direção oposta passando pela pista dos ônibus.
- Desculpe ter me esquecido de avisar que eu ia fazer isso - ela disse sorrindo para Jason que se segurava no apoio de braço na porta do carona. - Mesmo sendo de madrugada eu não gosto de fazer conversões em locais proibidos, por isso acelerei, mas se fossemos até um local adequado para fazer a conversão, perderíamos um tempo precioso.
- Sim, eu sei. Tudo bem - Jason respondeu sorrindo.
- Cuidado com essa garota Jason. O professor da autoescola onde ela tirou a habilitação nunca mais entrou em um carro para ensinar.
O investigador sorriu.
- Renato, já disse que foi coincidência ele ter se aposentado - Laina deu um sorriso meio tímido para Jason. - A gente se encontra lá - ela continuou desligando o telefone.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Esconde-Esconde (Parte 3)

(Capítulo Anterior - Parte 2

Sybila, César e o terceiro policial, de nome Fernando, deixaram o carro estacionado em uma praça e saíram para conversar com os lojistas e vizinhos a pé. Fernando ficou com o lado par da rua enquanto Sybila e César ficaram com o lado ímpar. O primeiro lugar onde Sybila e César entraram era uma padaria. Apesar de todos conhecerem Maurício, ninguém tinha qualquer informação que pudesse ajudar, ou mesmo parecesse suspeito do crime. Fernando também não estava tendo muita sorte, porem, quando já estava quase terminando uma casa de material de costura chamou sua atenção.
- Bom dia. Meu nome é Fernando, sou da policia federal e estou procurando informações que nos leve a descobrir quem matou este menino - ele mostrou a foto de Maurício.
- Sabemos quem é. Ele já veio aqui algumas vezes com a mãe.
César e Sybila, que já haviam terminado, entraram na loja para acompanhar Fernando.
- Você vendeu alguma fita vermelha de cetim especificamente parecida com esta aqui? - César tirou uma pequena embalagem de plástico com o pequeno pedaço de fita dentro. O funcionário olhou mais de perto.
- Sim. Temos dessa aqui.
- Foi encontrada uma digital nela, há probabilidade dela pertencer a algum funcionário dessa loja? - continuou César.
- Possivelmente. Todos nós tocamos nos produtos antes de vender.
- Gostaríamos de ter todas as digitais dos funcionários da sua loja.
- Claro. Ok. Um momento que eu vou reunir todos eles. Não estamos com muitos clientes agora, isso não será problema.
César aproveitou a oportunidade para explicar para Sybila o que eles estavam fazendo.
- Não há necessidade de fazer isso. Nós já prendemos um homem que trabalhava para uma loja parecida com esta e não era ele o culpado. O assassino não deixa pistas, ele no máximo planta as digitais. E não há nenhum deles que confira com o retrato falado já feito.
- Bom, mas pelo menos poderemos eliminá-los com segurança após conferir seus álibis.
- Está certo. Não perderemos nada ao fazer isso.
Após todos os funcionários reunidos eles conversaram com eles, pegaram amostras de suas digitais, seus endereços e telefones, e voltaram para a delegacia.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Esconde-Esconde (Parte 2)


Da equipe de investigadores de Las Vegas que chegou para trabalhar no caso faziam parte Sybila Bradley e Gregory Anderson, encarregados pelo caso nos Estados Unidos, e Jason Goodman, supervisor deles. Os três chegaram em um jatinho no qual tinham embarcado em São Paulo. César, ao contrário do jeans e camisa que usava normalmente, agora usava terno e gravata.
- Sejam bem vindos a Juiz de Fora - ele disse em um inglês enferrujado estendendo a mão para Jason, um homem alto, de aparência séria e poucos cabelos grisalhos entre seus cabelos castanhos.
Logo atrás dele vinha Sybila, uma mulher morena e alta de cabelos castanhos que iam até o ombro, e por último Gregory, um homem que não aparentava ter muito mais que 25 anos, era alto, magro e tinha os cabelos castanhos com algumas mechas mais claras. Terminadas as apresentações, César quis levá-los ao hotel para um bom descanso, mas Jason, assim como os outros dois investigadores, queria dar uma olhada em tudo que já havia sido encontrado.
- Tudo bem se trabalharmos um pouco. A viagem não foi tão ruim assim. Acho que dormimos na maior parte dela - declarou Jason.
César deu um sorriso meio “amarelo” e os conduziu até o carro. Ao invés de seguir para o hotel como eram seus planos, ele foi direto para o prédio da policia. Como já estava anoitecendo, César não foi apresentando o lugar para os investigadores, mas sim entrou direto no elevador levando-os direto para uma pequena sala de reunião onde dois policiais traduziam, para o inglês, toda sorte de informação disponível sobre o caso.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Esconde-Esconde (Parte 1)

O trabalho da polícia nunca para, e aquela fria manhã de inverno não seria diferente. Por volta das sete horas, os investigadores Laina Castro, uma mulher de 24 anos, altura mediana, cabelos pretos que desciam até o meio das suas costas e olhos castanhos e Renato Santos com 29 anos, alto, cabelo castanho, lisos e curtos e olhos azuis, esperavam por sua colega, a também investigadora Samara Medina. Ela havia ido até a sala do chefe deles, César Alves, buscar as informações sobre o próximo caso no qual eles trabalhariam. Eles estavam no prédio de uma das sedes da Policia Civil em Juiz de Fora, onde trabalhavam. Após pegar o envelope, Samara seguiu apressadamente para sua sala onde encontraria seu namorado e sua amiga a esperando.
- Desculpe-me - disse Samara ao esbarrar em uma mulher que estava no corredor. Ela estava tão submersa na leitura dos papéis que estava em suas mãos, que não a viu. Samara entrou no elevador e desceu até o 4º andar. Em frente à sala de numero 42, levantou a mão e girou a maçaneta - aqui está! - ela disse mostrando o papel para os outros dois investigadores a sua frente - temos que nos apressar, eles não vão conseguir manter a cena totalmente isolada por muito tempo - Samara tinha a mesma idade e altura que Laina, seus cabelos, no entanto eram loiros e um pouco mais longos.
- Aff... Esse povo curioso - Laina reclamou vestindo seu casaco e saindo junto com seus amigos. Renato, que saiu por ultimo, fechou a porta.

O lugar não era muito longe dali, como a maioria dos lugares em Juiz de Fora. Principalmente usando o carro da policia com o giroflex ligado para não ter que parar nos sinais de trânsito. Eles seguiram direto pela Avenida Rio Branco e chegaram ao campo de futebol atrás de um cemitério onde um cadáver havia sido encontrado. O corpo era de um homem caucasiano, de aproximadamente uns 40 anos.
- Há quanto tempo ele está ai? - Laina perguntou.
- Pelo menos umas 10 horas a julgar pela temperatura do fígado - informou o legista que estava no local.

domingo, 15 de janeiro de 2012

My particular Wonderland

O país dos sonhos não tem nome nem é limitado geograficamente, mas ele existe, disso tenho certeza, só precisamos encontrá-lo, como Sophie encontrou o dela.

O telefone toca.
- Alô - atende a mãe de Sophie.
- Mãe! Oi!
- Oi! Tudo bem com você, filha?
- Tudo ótimo, mãe! E com você?
- Estou bem, mas estou com saudade...
- Ahh... Desculpe-me por não estar aí com você.
- Não se preocupe com isso. Você está feliz?
- Muito, mãe!
- Como são as coisas aí?
- Maravilhosas, mãe! Aqui não faz o calor que fazia aí em casa e outro dia até nevou. Ah, e as pessoas! São tão agradáveis. Tenho vários amigos, mas eles não ficam me convidando para festas todo final de semana. Ao invés disso nos reunimos na segunda-feira na hora do almoço para comentar sobre os livros que lemos no final de semana ou dos filmes que assistimos. Algumas vezes vamos todos juntos ao cinema. E, ah, mãe, como as pessoas aqui são educadas. Ninguém ouve música alta demais para não perturbar os outros, mas por mim podiam ouvir. Todos aqui gostam de música clássica ou das trilhar sonoras instrumentais dos filmes. Algumas vezes eles ouvem rock também. Aqui não preciso me preocupar com meus ouvidos - Sophie sorriu.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz 2012!


O ano normalmente começa com uma sensação de esperança, de renovação. Não sei como será esse ano, nem o que esperar dele, mas posso rezar e desejar para todos nós um 2012 maravilhoso. E que quando chegarmos ao fim deste ano estejamos todos com o coração tranquilo e a certeza de que fizemos a diferença. Sejam em grandes ou pequenas coisas.

Feliz Ano Novo a todos vocês!!

Helaina Carvalho Crisóstomo
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